quarta-feira, 11 de Novembro de 2009
Para Quando a Vacinação dos Bombeiros?

Bombeiros de Faro Preocupados
Fonte: Correio da Manhã
Projecto Ambiental nos Voluntários de Setúbal
Como tem sido a adesão da comunidade local à entrega dos seus velhos Equipamentos Eléctricos e Electrónicos no quartel dos bombeiros?
A adesão tem sido muito boa.
Até agora, já recolhemos 13.632 kg, em 2009, e pensamos que, com mais divulgação, será possível recolher ainda mais. Nota-se que há muita gente que guarda, durante anos, em casa, equipamentos velhos, sem que saiba o que lhes fazer. Os contentores de recolha respondem, de facto, a uma necessidade muito sentida.
Que acções de divulgação, informação e sensibilização da população local foram realizadas?
Temos no site da Associação, além de termos divulgado, nos órgãos de comunicação social locais, a existência, no nosso quartel e no recinto do mercado mensal de Azeitão, de dois contentores para a recolha de electrodomésticos usados. Além disso, promovemos a distribuição, nas caixas de correio da cidade de Setúbal, de vários milhares de folhetos informativos sobre a recolha de electrodomésticos.
É ainda frequente encontrar-se nas matas alguns Equipamentos Eléctricos e Electrónicos abandonados?
Continua a encontrar-se muita velharia, e não apenas nas matas...
Sabendo que estes equipamentos, pela perigosidade que representam para o Ambiente e contribuindo fortemente para a ignição e propagação de incêndios, é usual os Bombeiros recolherem-nos das florestas e terrenos baldios?
Sempre que podemos, embora não tenhamos grandes condições operacionais para isso. É mais frequente alertarmos as entidades com responsabilidades nessa matéria.
Como interpreta a iniciativa no estabelecimento da parceria com os Bombeiros?
É uma iniciativa muito importante, quer pelo que representa em matéria de protecção do Ambiente, quer também pelo reconhecimento do papel dos Bombeiros Voluntários em Portugal, que são, sem dúvida, uma das maiores redes de solidariedade e apoio às populações, além do importante papel que têm de promotores de cultura, desporto e integração social.
Tendo os Bombeiros Voluntários uma forte influência junto das populações, que acções poderão fazer para levar os cidadãos a dar o seu contributo ambiental e entregar os seus equipamentos em fim de vida nos Bombeiros?
É que assim, pela deposição dos REEE, ajudariam também, financeiramente, estas associações humanitárias...
Esta acção que temos em curso já é um bom começo e é, sem dúvida, bastante útil para os Bombeiros, uma vez que existem também benefícios económicos para as associações. No que nos diz respeito, estamos sempre abertos a novas ideias.
Que mensagem ambiental gostaria de transmitir?
O planeta é de todos. Temos de o preservar.
Fim-de-Semana Agitado
Paula Leitão do Instituto Nacional de Meteorologia disse ao tvi24 que está previsto períodos de chuva em algumas zonas do país e o vento soprará forte, sobretudo nas terras altas.
A previsão meteorológica para os próximos dias aponta que nas regiões Norte e Centro do país o céu vai estar geralmente muito nublado, são esperados períodos de chuva, em especial no Minho e Douro Litoral. O vento vai soprar de fraco a moderado (10 a 25 km/h) de sudoeste, soprando forte (35 a 55 km/h) com rajadas da ordem dos 70 km/h nas terras altas.
No Sul, o céu irá estar geralmente pouco nublado, e o vento será em geral fraco, com neblina ou nevoeiro matinal.
Fonte: TVI24
Historia dos BV Peniche (2.ª Parte)
Em sessão camarária de 4/6/1929, presidida por António Maria de Oliveira, tendo como colaboradores os Vogais Joaquim Guilherme Faria Junior, e Miguel Olavo Franco foi tomada deliberação:
"O Sr. Presidente lamenta que não exista em Peniche uma corporação de bombeiros e reconhecendo também que a Câmara não possui rendimentos que lhe bastem para crear uma corporação de bombeiros municipais, propõe que a Comissão Administrativa desta Câmara tome a iniciativa da organização de tão útil quão benemérita instituição, de forma que ela seja um facto dentro de pouco tempo. Propõe mais que para esse fim a Comissão Administrativa nomeie uma Comissão Organizadora que ficará sob o seu patrocínio a quem serão entregues as verbas que a Câmara for metendo nos seus ornamentos ajudando assim a creação deste corpo de bombeiros. Aprovado por unanimidade".
Não tardou que naquele mesmo mês, no dia dezasseis, fosse criada oficialmente a Associação dos Bombeiros Voluntários de Peniche.
Foi a sua primeira sede instalada no edifício dos Paços do Concelho, no rés-do-chão, funcionando no andar superior o actual salão nobre. Foi a primeira direcção constituída por António Maria de Oliveira (Presidente) - Aires Henriques Bolas (Secretário) - José Júlio Cerdeira (Tesoureiro) - António Adelino Gomes da Silva e António Nunes Ribeiro (Vogais).
Havia necessidade de um comandante para a corporação. Pelo ofício camarário n.º 188, foi solicitada ao Ministro das Finanças autorização para que o 1.º Cabo da Guarda Fiscal António Nunes Ribeiro, empossado como vogal da Direcção, possa aceitar o lugar de instrutor comandante da corporação, em organização nesta Vila.
Entretanto ingressou como comandante António Adelino Gomes da Silva, que ficou a chefiar inicialmente os seguintes bombeiros:
Manuel António Malheiros - Inácio Luís Ceia - José Rosado do Rio - José Maria Cartaxo - António Martins - Casimiro Costa - António Diogo da Costa - Inácio Maria de Abreu - Mário Nobre Leitão - Joaquim Rodriques Tormenta - José Inácio Bandeira - Jacinto Inácio de Sousa - Lino Filipe Franco - Raul Dias Loureiro - Reinaldo Gomes - Ângelo Gaspar da Mata - Manuel dos Santos Correia - José de Carvalho e Silva - José Maria das Neves - Joaquim Miguel Sousinha Júnior Quintino - Augusto de Lemos - José Maria de Abreu - Joaquim Leal Paulo - José Pedro Júnior.
A Autarquia logo no começo da sua organização foi solidária em tudo aquilo que lhe foi possível e esteve ao alcance das suas possibilidades financeiras.
Também o Comando Militar da Praça de Peniche pôs à disposição as dependências da Cidadela, bem como os terraços para as instruções, formaturas e tudo aquilo que estivesse ao abrigo da sua competência militar.
Para poderem desempenhar cabalmente e com eficiência a sua elevada missão, havia que providenciar a aquisição de apetrechos, mas o dinheiro era escasso. No primeiro ano e outros que se seguiram, para angariar receitas realizam-se quermesses, verbenas, jogos de futebol, gincanas, bailes, cinema, apresentaram-se grupos dramáticos, organizam-se festas diversas, incluindo a da "Flor", e até vacadas.
Também todas as receitas em posse da Comissão Pró-Monumento a Jacob Rodrigues Pereira, por ter sido posta de parte a ideia da sua construção, reverteram a favor dos bombeiros.
Tiveram logo o cuidado de, no princípio de 1930, construírem a Casa-Escola, conhecida pelo "Esqueleto", destinada aos exercícios daquela corporação. Para isso tiveram o auxílio da Autarquia, autorizando a exploração de toda a pedra que necessitassem, no sítio da "Gravanha", que ficava perto do local de implantação daquele imóvel, bem como de que ficava perto do local de implantação daquele imóvel, bem como de todo o madeiramento necessário, a obter do pinhal municipal. O local escolhido era um terreno particular, pelo qual a sua proprietária, D. Raquel Monteiro Cabral, exigia o pagamento mensal de 100$00. Havia toda a conveniência na criação daquele imóvel. Com o incremento dado à criação do Corpo de Bombeiros, a formação era também um importante objectivo a prosseguir, verificando-se uma acentuada tendência para a construção das chamadas casas-escolas, onde era, e hoje ainda é, com exercícios práticos, ministrada a instrução a nível interno.
Em Abril do mesmo ano é feita a encomenda de um carro braçal de escadas por 6.130$00, não incluindo o despacho em caminho de ferro da cidade do Porto até à estação de S. Mamede (Oeste) na importância de 613$20. Este carro encontra-se hoje exposto na sala que serve de museu no novo edifício da Corporação.
Com a criação da Liga dos Bombeiros Portugueses, em 18 de Agosto de 1930, não tardou que, a 23 de Abril de 1932, fossem aprovados pelo Governador Civil deste Distrito, os Estatutos da Associação dos Bombeiros Voluntários de Peniche.
Foram apresentados, a 8 de Setembro do mesmo ano, pela comissão organizadora constituída por: José Júlio Cerdeira - José do Nascimento Ginja - António Nunes Ribeiro - António Adelino Gomes da Silva e Aires Henriques Bolas.
Em Dezembro de 1934, a Câmara Municipal de Peniche é, pela primeira vez objecto de uma manifestação pública de agradecimento da A. B. V. de Peniche, pela grande colaboração dada nas festividades de Agosto e Setembro daquele ano. Foi-lhe entregue pela Direcção o documento de reconhecimento assinado por Francisco de Freitas Trindade - Aires Henriques Bolas - José Júlio Cerdeira - e pelo Comandante António Adelino Gomes da Silva.
Não sendo possível o desempenho as suas funções sem o mínimo de condições, continuou a luta para a aquisição de mais material. Em 1935 já possuíam 3 carros de tracção braçal, que se distinguiam por "bomba braçal com depósito para água" (caldeira) - "carro-escada" e "material diverso". Em 1935 entram em negociações com a Firma Guérin, L.da, de Lisboa, para a compra de uma camioneta da marca "Fargo", com o fim de aproveitar o chassis adaptando-o a pronto socorro. Por deliberação camarária de 25/2/1935 foram concedidos plenos poderes ao Vice-Presidente da Câmara, António da Conceição Bento, que também desempenhava as funções de Tesoureiro daquela Corporação, para representar a Câmara junto da referida firma e da Alfândega de Lisboa para a aquisição do veículo. Ficou a despesa por 20.500$00, sendo pagos pela Autarquia 15.500$00 e ficando o restante a cargo da Corporação.
De Bombeiro a TAE do INEM

Findo o concurso, saiu a lista com os 287 candidatos admitidos e respectiva avaliação curricular.
SIMPLESMENTE BRILHANTE, na Lista de ordenação final homologada dos candidatos, pode-se ver que o primeiro classificado foi Mário José Silva Abreu com 19,26 Valores.
Recordemos que Mário Abreu entrou para os Bombeiros de Tomar em 1986, onde permaneceu durante uns anos, tendo sido "obrigado" a sair da Corporação por incompatibilidade do seu empenho e profissionalismo (ah... que saudades daquelas Ambulâncias limpinhas e higienizadas) com a falta de reconhecimento, apoio e um constante "cortar de pernas".
Quem teve a oportunidade de ser seu colega ou de ser por ele socorrido, teve a sorte de ter ao seu lado o melhor técnico de Emergência Médica que passou pelo Bombeiros de Tomar.
E assim se faz mais um bocadinho da História de Tomar, misto de Felicidade e tristeza. Feliz pelo Mário ser Tomarense e triste por mais uma vez, Tomar perder algo tão importante para a nossa cidade como seria ter um verdadeiro Técnico de Ambulância de Emergência ao serviço dos Bombeiros e da população por eles servida.
Autor: Um Tomarense
Equipa do Blog Abarca Mais Um Elemento...
Caros leitores, quando um determinado projecto atinge uma dimensão como o do bombeirosparasempre (basta para isso focar as 21 000 visitas do mês passado), torna-se extremamente dificil de gerir!Disto julgo que ninguem duvida!
Uma "nau" desta envergadura, acarreta consigo imensas coisas... no entanto devemos salientar o tempo dispendido para analisar, projectar e executar todos os conteudos, que como o estimado leitor sabe, por vezes são actualizados ao minuto...
Ora neste sentido, a Administração do Blog teve necessidade de recrutar para a sua equipa mais um elemento, desejando-lhe assim os maiores sucessos ao comando deste grande projecto.
Devemos salientar, a titulo informativo, que procedemos a uma ligeira alteração: se reparar, no fundo de cada artigo, irá encontrar o numero do administrador, sobe a forma de "Administrador do blog 1", "Administrador do blog 2"... e assim sucessivamente...
Com esta nova entrada, o bombeirosparasempre esta em condiçoes de asseguar que se avizinham profundas alterações, que serão comunicadas aos nossos leitores em tempo oportuno...
Até lá...
Bons serviços, sempre em defesa da nossa população!
Bombeiros Não Querem Ir a Concurso
Os tempos mudaram. Os bombeiros deixaram de ser voluntários embora se continuem a apresentar, muitas vezes, como tal. Estão numa encruzilhada e querem continuar a ser vistos como eram antigamente. Pessoalmente gostava mais de ter bombeiros à antiga, mas já que tal não é possível porque o tempo não volta para trás, alinho com a administração do hospital quando ela refere: "Em qualquer Estado civilizado, as entidades devem observar as regras e princípios estabelecidos, respeitando os princípios da legalidade, da transparência, da imparcialidade, da igualdade e da concorrência".
Fonte: O Mirante
Uma Simples Pergunta...
“Mas porque carga de água continuas a correr na direcção de onde toda a gente quer fugir?”
Estremeci e nem soube responder, limitei-me a sorrir e a dizer que tinha a certeza que não estava maluco...
Já lá vão 17 anos desde que me dediquei de corpo e alma aos Bombeiros, apesar de hoje estar extremamente desmotivado, quando o telemóvel toca e me chamam para ir para os Bombeiros rápido, não hesito e lá vou eu... como ele diz e bem, a correr em direcção onde outros não se querem ver, nem estar...
E assim fica a pergunta a todos aqueles que vestem a farda de Bombeiro Voluntário todos os dias:
Afinal porque continuam a correr em direcção de onde todos os outros querem fugir?
Autor devidamente identificado
O Cão, o Gato... e a Sirene!
Orgulhoso mas intrigado, aproxima-se:
- Olá! Como te chamas?
- João.
- Olá João! Pelos vistos queres ser bombeiro?
- Pois quero!
- Sabes eu também sou bombeiro, só que não estou fardado. Foste tu que fizeste a roupa e o carrinho?
- Fui.
- Está tudo muito bem! E como não tens motor tens o Cão e o Gato a puxar-te. Muito engenhoso sim senhor!
- Mas olha, se apertares a coleira do Gato no mesmo sitio onde apertaste a do Cão, vais muito mais depressa!
- Pois é, mas assim não tinha sirene!
terça-feira, 10 de Novembro de 2009
INEM Provoca Acidente
"INEM passa vermelho e colide com automóvel. Na Casa do Sal, a pressão do tráfego e a rigidez do sistema de semaforização “colidem”, com frequência, com a marcha de veículos prioritários. Ontem, uma ambulância foi embatida depois de passar um vermelho."
Até aqui nada de novo, nem de extraordinário. O caricato é que na noticia não refere que a mesma ambulância seria tripulada por 3 bombeiros, dois dos quais possuem o Curso de Tripulante de Ambulância de Socorro. O que não é normal, é que o 3.º elemento "o condutor" além de não estar habilitado a conduzir este tipo de viatura de emergência, pelo facto de não ter um averbamento na carta de conduçao (grupo 2), o qual permite a condução destes veiculos, é ainda Estagiário naquele corpo de bombeiros, possui a carta de condução há menos de 1 ano, daí que a experiência ainda seja muito pouca.
Sendo regra dos Bombeiros Voluntarios de Cantanhede, que os condutores deste tipo de viaturas de Socorro, tenham pelo menos 1 ano de carta com o respectivo averbamento, tenham autorização do Comandante, e pelo menos um ano de bombeiro, como pode isto suceder?
A mim cheira-me a negligência do Comandante e dos tripulantes que seguiam naquela ambulância, e que autorizaram este miudo a conduzir em marcha de urgência.
Alerto para o facto, de que o elemento mais graduado, que seguia naquela viatura, se preparar para assumir a responsabilidade do acidente, como se fosse ele o condutor, é por estes motivos que os bombeiros serão sempre os tolinhos e irresponsáveis do pais.
Haja alguem que ponha travão nisto, caso contrário os bombeiros nunca virão a ser respeitados.
Em sintese, afinal não é so a rigidez dos semaforos e o desrespeito dos condutores que provocam este tipo de acidentes, a inexperiência e a negligência por parte dos bombeiros tambem.
Autor: Anonimo
Fumo Pode Ser Letal
O fumo inalado pelos bombeiros no combate aos incêndios coloca estes profissionais no grupo de risco da Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica (DPOC). O combate aos fogos, feito ano após ano e, na maior parte das vezes, sem qualquer protecção das vias respiratórias potencia o agravamento de doenças já existentes no sistema respiratório e pode levar ao desenvolvimento de outras, como é o caso da DPOC.Cristina Bárbara, pneumologista e coordenadora nacional do projecto GOLD, Iniciativa Global para a Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica, alerta que “o calor e o fumo libertado nos incêndios prejudicam o estado de saúde de doentes com patologias do sistema respiratório sobretudo através da deposição de pequenas partículas que existem em grande abundância no fumo e que provocam inflamação das vias respiratórias.”
No caso dos bombeiros a situação é ainda mais grave pois o contacto com o fumo é mais próximo e prolongado. Segorbe Luís, presidente da Sociedade Portuguesa de Pneumologia, diz que “a longo prazo, a inalação do fumo é susceptível de diminuir a capacidade respiratória destas pessoas, que poderão vir a sofrer de obstrução pulmonar. Como medida de prevenção de doenças respiratórias é fundamental que os bombeiros usem máscaras de protecção respiratória quando estão a combater os incêndios.”
Nesta época de incêndios é igualmente importante sublinhar que as elevadas taxas de ozono no ambiente podem também constituir um factor de agravamento clínico das pessoas já portadoras de Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica.
Nesta época de incêndios é igualmente importante sublinhar que as elevadas taxas de ozono no ambiente podem também constituir um factor de agravamento clínico das pessoas já portadoras de Doença Pulmonar Obstrutiva Crónica.
A DPOC é já a sexta causa de morte em Portugal, afectando mais de 500 mil portugueses. Um em cada dez adultos com mais de 40 anos pode vir a desenvolver a doença, sobretudo se for fumador, se tiver um passado tabágico e, como no caso dos bombeiros, se tiver um contacto prolongado com o fumo.
A DPOC é já a sexta causa de morte em Portugal, afectando mais de 500 mil portugueses. Um em cada dez adultos com mais de 40 anos pode vir a desenvolver a doença, sobretudo se for fumador, se tiver um passado tabágico e, como no caso dos bombeiros, se tiver um contacto prolongado com o fumo.
Esta doença caracteriza-se por limitação do débito aéreo, acompanhada por dificuldade respiratória (dispneia), tosse e aumento da produção de expectoração. Os doentes vão desenvolvendo progressivamente maior dificuldade na respiração tanto, no exercício, como em actividades tão simples e vulgares como por exemplo conduzir, subir escadas, fazer a barba ou mesmo pentear o cabelo.
Esta doença caracteriza-se por limitação do débito aéreo, acompanhada por dificuldade respiratória (dispneia), tosse e aumento da produção de expectoração. Os doentes vão desenvolvendo progressivamente maior dificuldade na respiração tanto, no exercício, como em actividades tão simples e vulgares como por exemplo conduzir, subir escadas, fazer a barba ou mesmo pentear o cabelo.
Bombeiro Bêbado Sem Castigo
Nem o comandante, Eduardo Guerreiro, nem o presidente da direcção, Sérgio Marçal, se mostraram ontem disponíveis para qualquer esclarecimento. Aliás, também não informaram o comandante distrital da Protecção Civil de Beja do ocorrido. "Estou agora a saber por vocês [pelo CM], ninguém me informou. O álcool é problema sério em todas as actividades, mas quem está fardado tem de evitar", referiu o comandante Canudo Sena, acrescentando que a acção disciplinar "é uma competência da direcção do corpo de bombeiros de Ourique".
PORMENORES
PRIMEIRA
No dia 10 de Maio de 2008, Luís transportava um doente grave para o Hospital de Beja. Foi apanhado com 1,35 g/l.
SEGUNDA
Pelas 02h27 do dia 31 de Outubro, foi fiscalizado a 20 quilómetros de Ourique, perto de uma ‘boîte’. Acusou 0,71 g/l.
PUNIÇÃO
Da primeira vez, Luís ficou proibido de conduzir durante quatro meses. Agora incorre numa pena até 12 meses.
Fonte: Correio da Manhã
Hospital da Misericórdia Gera Polémica no Simulacro da Mealhada
Os “feridos” deste acidente foram encaminhados para o Centro de Saúde da Mealhada e Hospitais da Universidade de Coimbra, não se tendo verificado qualquer transporte para o Hospital da Misericórdia da Mealhada, localizado próximo do local onde se verificou o acidente. E Carlos Cabral mostrou-se descontente com esse facto. “Lamento profundamente a situação, porque se isto fosse uma ocorrência real porque é que os feridos não podiam ser transportados para o Hospital da Misericórdia da Mealhada.
Se fosse real a burocracia ficava sobreposta à questão da vida das pessoas?”. Na opinião do presidente da Câmara da Mealhada “devem ser apuradas as responsabilidades”, pois mesmo tratando-se de um simulacro “não se deve simular tanta coisa”, disse ainda.
Também Aloísio Meão, director clínico do Hospital da Misericórdia da Mealhada esteve no local. Quando questionado pelos jornalistas sobre esta situação, esclareceu que “somente hoje (ontem)” foi informado, como tal, escusou-se a comentar o facto dos doentes não serem transportados para a unidade de saúde. Apesar de “durante a semana ter sido informado que o hospital não estava referenciado pelo INEM”.
Apesar de terem sido “realizado todos os esforços para que durante o simulacro os feridos pudessem ser encaminhados para lá, tal não foi possível”. Contudo, esclareceu ainda Aloísio Leão, na semana que hoje se inicia serão “desenvolvidos todos os esforços com a Administração Regional de Saúde para que o hospital passe a ser referenciado pelo INEM”.
Fonte: Diário as Beiras
EXCLUSIVO - Meios Postos à Prova na Mealhada
Na chegada ao local da equipa de reportagem encontramos jovens escuteiros, alguns adultos e representantes da empresa Joalto Transdev que as ordens do Sr. Adjunto da Mealhada rapidamente se apressavam a entrar no autocarro cada um com o seu papel na mão indicando os sintomas que apresentavam de forma a facilitar o trabalho das equipas de salvamento.
O exercício teve início as 10h quando o motorista do autocarro saiu do veiculo de passageiros de triangulo em punho. Depois da sua colocação deu inicio ao processo de chamada 112 para accionamento de meios.
Doze minutos depois chegava a primeira ambulância ao local que começou por fazer um pequeno reconhecimento do terreno junto com o motorista do autocarro. Começaram por assistir uma vítima que se encontrava fora de um dos veículos ligeiros. A partir daqui tudo foi um desenrolar de meios vindos de várias corporações que rapidamente se apressaram a chegar ao local e a posicionar-se de forma estratégica no terreno socorrendo as vítimas de forma pronta e precisa até a remoção total das vítimas. Dois VSAT e um VETA em conjunto com as suas equipas procederam a abertura de acessos no topo do autocarro, na parte traseira e frontal do veículo de passageiros. Para o fim ficou a abertura de acesso dos veículos ligeiros para a remoção das duas vitimas mortais. Estiverem no local 73 elementos munidos dos seguintes veículos:
Bombeiros:
2 VSAT Mealhada e Pampilhosa; 1 VETA Mealhada; 2 VTTU da Mealhada; 1 Auto-Comando Mealhada; 10 ABSC das corporações: Mealhada, Anadia, Pampilhosa, Oliveira do Bairro, Águeda, Mortágua e Cantanhede.
INEM:
1 VIC com posto Médico Avançado montado; 2 VMER; 1 UMIPE; 1 TPL; 2 SBV
Dois mortos e 24 feridos das quais 13 feridos ligeiros e 11 moderados\graves puseram a prova a prontidão do INEM na triagem de vitimas que rapidamente eram encaminhadas para o hospital ou para o posto médico avançado. As “vítimas mortais”, deste acidente simulado, foram os condutores das duas viaturas ligeiras.
Em declarações ao jornal “asbeiras”, António Lousada, comandante da Mealhada, deu o tempo total de operações em mais de duas horas que foi confirmada pela nossa equipa. “Quanto aos objectivos traçados “foram atingidos”, uma vez que o simulacro permitiu “testar a capacidade de resposta” dos intervenientes em situações de emergência. Segundo António Lousada estas situações “são importantes”, uma vez que as corporações de bombeiros “não estão livres de ser confrontados com este tipo de ocorrências”, e os simulacros “são uma das melhores formas de testar o socorro”. Ainda de acordo com o comandante dos voluntários da Mealhada a coordenação com as outras corporações e entidades envolvidas “decorreu dentro da normalidade”
A equipa dos bombeirosparasempre faz um balanço positivo ao decorrer das operações tendo recolhido e a anotar os seguintes aspectos:
-Continua falta de comunicação entre os bombeiros e o INEM em situações de catástrofe, pondo em risco a activação de meios desnecessários no local assim como o encaminhamento das vítimas
- Nota-se claramente que os bombeiros foram para o local com conhecimento do que se passava e do que iriam encontrar colocando assim possíveis falhas no reconhecimento do terreno. Todos os exercícios deste género deviam ser sempre com desconhecimento total da situação para ser o mais real possível. Ao que o bombeirosparasempre apurou as equipas do INEM não foram informadas das condições do local nem do número de vitimas de forma a tornar um pouco mais real o exercício.
- Foram passados dados ao CDOS de Aveiro na chegada ao local mas o CODU ficou de fora continuando a desconhecer a realidade e o número real de vítimas.
- Gostamos particularmente da forma de trabalhar dos bombeiros da Mealhada e seus colegas nas operações de desencarceramento\salvamento e de intervenção pré-hospitar. Apenas uma situação ou outra um pouco graves passaram ao lado que poderiam colocar em risco as vítimas no que respeita a tratamento primário das situações de trauma (Vitimas retiradas sem colar cervical, aranha, etc… )
- Todos os procedimentos de segurança foram tomados pelas equipas ficando só à apontar o facto das equipas de desencarceramento insistirem em não usarem viseira nas operações de corte e abertura de acessos colocando a sua segurança visual em risco.
-Continuamos a assistir a tripulantes de ambulância sem EPI a entrarem em veículos acidentados e a procederem a extracção de vítimas sem a devida protecção pessoal. Não podemos salvar vidas quando a nossa está em risco.
-De apontar também a forma de estar no TO de alguns elementos que em circunstâncias sem explicação se encontravam em posturas ou com adereços menos próprios à realidade que ali se passava.
-De notar a mão forte do Sr. Comandante da Mealhada que prontamente se preocupou em assinalar os erros que foi encontrando e a dar forma de corrigi-los.
-Falhas das forças de segurança presentes no local que deixaram veículos particulares passarem na zona de trabalho assim como velocípedes sem se quer os chamar a atenção.
-Intervenção positiva por parte do INEM que mostrou ter boa capacidade de resposta e preparando o posto médico avançado em poucos minutos.
-Voto positivo as comunicações no local executadas em canal de manobra que mostraram organização do TO, com posto de comando, posto de reserva e com o chefe do VSAT da Mealhada a controlar as equipas de pré hospitalar que se iam aproximando.
A equipa dos bombeirosparasempre agradece a todos os que de alguma forma facilitaram a presença no TO.
FOTOS DE TODO O EVENTO
segunda-feira, 9 de Novembro de 2009
Acidente Com Autocarro em Coruche
Um grave acidente ocorreu pelas 18h14 em Santana do Mato, na estrada que liga Almeirim a Coruche, a nacional 114, provocando pelo menos dois mortos, oito feridos ligeiros e dois em estado grave. O acidente envolveu um veículo pesado, um autocarro de passageiros e dois veículos ligeiros. Uma das vítimas mortais é o condutor do autocarro, outra é a condutora de um dos veículos ligeiros.
Ao que tudo indica uma ultrapassagem numa curva por parte da condutora de um dos dois veículos ligeiros terá provocado o acidente. Esta é a segunda vítima mortal confirmada pela SIC no local.
Sessenta bombeiros apoiados por 22 veículos terrestres e um helicóptero estão mobilizados nas operações.
domingo, 8 de Novembro de 2009
CVP Arranca Com Campanha
Esta noite a Cruz Vermelha Portuguesa fez o arranque da campanha destinada à construção de uma creche a ser construída na Póvoa de Santo Adrião que terá capacidade para 23 crianças, dos 3 aos 36 meses, e procurará apoiar as famílias carenciadas.A campanha vai decorrer durante todo o mês de Novembro, com a colocação de um conjunto de vales de donativos nas caixas de pagamento do Supermercado Intermarché / Bricomarché de Famões.
A iniciativa contou com um espetáculo ao ar livre no espaço do parque de estacionamento do Intermarché, em Famões.
Lá estiveram os míudos do Ni-Nó-Ni que animaram, e de que maneira, algumas dezenas de assistentes que mesmo com ameaça de mau tempo não deixaram de responder ao desafio da Cruz Vermelha.
O Odivelas.com falou com o Dr. Francisco Roxo, diretor da CVP que nos falou dos pormenores desta iniciativa
Despacho 21638/2009 de 28 de Setembro
Disposições gerais
Artigo 1.º
Objecto e âmbito
1 — O Presente regulamento define as especificações técnicas de
veículos e equipamentos operacionais dos Corpos de Bombeiros no
território continental.
2 — O presente regulamento aplica-se aos Corpos de Bombeiros
profissionais, mistos, voluntários e privativos.
3 — O apêndice I do presente regulamento apresenta, em fichas técnicas,
as especificações relativas aos veículos e equipamentos operacionais
dos Corpos de Bombeiros no território continental.
4 — O apêndice II do presente regulamento apresenta o modelo de
registo de “carga de veículo”.
Artigo 2.º
Definições
Para efeitos do disposto no presente Regulamento, entende-se por:
a) «Equipamento de Protecção Individual» qualquer dispositivo ou
meio que se destine a ser envergado ou manejado por uma pessoa para
defesa contra um ou mais riscos susceptíveis de ameaçar a sua saúde
ou a sua segurança.
b) «Equipamento de Utilização Colectiva» equipamento utilizado
em operações de socorro, por diversos elementos, distribuído ou não
pela carga dos veículos.
c) «Incêndio Florestal» incêndio com início numa área florestal ou
que atingiu uma área florestal. Considera-se área florestal uma superfície
arborizada (povoamento) Ou de mato (incultos).
d) «Incêndio em Estruturas» incêndio numa estrutura (edifícios urbanos,
comerciais, industriais ou outros) Cuja ignição ocorreu dentro
dessa estrutura ou que decorreu da evolução de outro incêndio de origem
externa.
e) «Salvamento Aquático» operação que consiste na aplicação de
técnicas específicas no âmbito do plano de água e subaquático, utilizando,
para o efeito, equipamentos e materiais que permitem a segurança
permanente dos técnicos que realizam os salvamentos;
f) «Salvamento em Grande Ângulo» operação que consiste na aplicação
de técnicas específicas em ambientes hostis relacionados com arribas,
falésias, grutas, montanhas e edifícios, onde o técnico fica suspenso por
cabos e outros acessórios para evitar a sua queda tendo em consideração
todos os factores de segurança;
g) «Salvamento na Neve» operação que consiste na aplicação de
técnicas inerentes ao ambiente onde as condições ambientais exigem a
utilização de técnicas específicas e equipamentos e materiais adequados
aos salvamentos a executar, salvaguardando todas as condições de
segurança.
h) «Salvamento por Desencarceramento» operação que consiste na
aplicação de técnicas e equipamentos específicos de socorro e salvamento,
destinados a facilitar as acções de resgate, decorrentes de
acidentes rodoviários ou colapso de estruturas.
i) «Massa Total em Carga» abreviadamente designada por MTC,
corresponde ao total da carga em ordem de marcha, com o veículo
totalmente abastecido, incluindo toda a guarnição (90 kg por elemento),
todo o equipamento do veículo e equipamento operacional
(EN 1846-1,2,3).
j) «Veículo Urbano» veículo a motor capaz de utilizar normalmente
vias públicas, da categoria 1 de acordo com a EN 1846-1,2,3.
k) «Veículo Rural» veículo a motor capaz de utilizar todos os
tipos de vias públicas, bem como terrenos pouco acidentados,
equipado com chassis 4x4, da categoria 2 de acordo com a EN
1846-1,2,3.
l) «Veículo Florestal» veículo a motor capaz de utilizar todos os
tipos de vias públicas, bem como terrenos acidentados, equipado
com chassis todo-o-terreno, da categoria 3 de acordo com a EN
1846-1,2,3.
CAPÍTULO II
Dos veículos
SECÇÃO I
Tipologia de veículos
Artigo 3.º
Classificação de veículos
1 — Os veículos dos Corpos de Bombeiros, atendendo ao fim a que
se destinam e à natureza do equipamento que transportam, classificamse
em:
a) Veículos de Socorro e Combate a Incêndios;
b) Veículos de Apoio Logístico;
c) Veículos com Meios Elevatórios;
d) Veículos Técnicos de Socorro e Assistência;
e) Veículos para Protecção de Bens e do Ambiente;
f) Veículos de Comando Operacional;
g) Veículos de Transporte de Pessoal;
h) Veículo para Operações Específicas;
i) Veículos de Socorro e Assistência a Doentes.
Artigo 4.º
Veículos de Socorro e Combate a Incêndios
1 — Os veículos de socorro e combate a incêndios são veículos de
primeira intervenção equipados com bomba de incêndio (EN 1028-1
e 1028-2), tanque de água e outros equipamentos necessários para o
salvamento e combate a incêndios.
2 — Os veículos de socorro e combate a incêndios têm as seguintes
designações:
a) Veículo Ligeiro de Combate a Incêndios (VLCI) É um veículo
ligeiro do tipo todo-o-terreno (4x4), de categoria L2, dotado de bomba
de serviço de incêndios, destinado prioritariamente à intervenção nos
incêndios rurais e urbanos. Possui tanque com uma capacidade mínima
de 500 litros;
b) Veículo Florestal de Combate a Incêndios (VFCI) É um veículo
todo-o-terreno (4×4), de categoria M3, dotado de bomba de serviço
de incêndios, destinado prioritariamente à intervenção nos incêndios
florestais e rurais. Possui tanque com capacidade mínima de 3.000 litros;
c) Veículo Urbano de Combate a Incêndios (VUCI) É um veículo do
tipo 4×2, de categoria M1, dotado de bomba de serviço de incêndios,
destinado prioritariamente à intervenção nos incêndios em edificações,
podendo intervir em operações de desencarceramento. Possui tanque
com capacidade mínima de 2.000 litros;
d) Veículo Rural de Combate a Incêndios (VRCI) É um veículo do
tipo 4×4, de categoria M2, dotado de bomba de serviço de incêndios,
destinado prioritariamente à intervenção nos incêndios rurais. Possui
tanque com capacidade mínima de 1500 litros;
e) Veículo Especial de Combate a Incêndios (VECI) É um veículo
de combate a incêndios que utiliza meios especiais de extinção, com ou
sem agentes extintores, normalmente com capacidade superior a 4000
litros, e não integrável nas alíneas anteriores.
Artigo 5.º
Veículos de Apoio Logístico
1 — Os veículos de apoio logístico são veículos destinados ao transporte
de equipamento ou meios de apoio, extinção e ou reforço.
2 — Os veículos de apoio logístico têm as seguintes designações:
a) Veículo Tanque Táctico Urbano (VTTU) É um veículo com chassis
4×2, de categoria S1, equipado com bomba de incêndios e tanque de
água, para apoio a operações de socorro e ou assistência. Possui uma
capacidade mínima de 9.000 litros;
b) Veículo Tanque Táctico Rural (VTTR) É um veículo de apoio com
chassis 4×4, de categoria S2, dotado de bomba de serviço de incêndios,
destinado ao abastecimento de veículos de combate a incêndios e outras
actividades de apoio. Possui um tanque com capacidade mínima de
8.000 litros;
c) Veículo Tanque Táctico Florestal (VTTF) É um veículo com chassis
todo-o-terreno, de categoria S3, equipado com bomba de incêndios e
tanque de água, para apoio a operações de socorro e ou assistência, com
capacidade mínima de 8.000 litros;
d) Veículo Tanque Grande Capacidade (VTGC) É um veículo, de
categoria S1, equipado com bomba de incêndios e tanque de água, para
apoio a operações de socorro e ou assistência, podendo ser articulado,
com capacidade superior a 16.000 litros.
e) Veículo com Equipamento Técnico de Apoio (VETA) É um veículo
de transporte de equipamento técnico operacional diverso, de apoio a
operações de socorro e ou assistência.
f) Veículo de Apoio Alimentar (VAPA) É um veículo destinado à
conservação, concepção e distribuição de alimentação a elementos
envolvidos em operações de socorro e ou assistência.
g) Veículo de Apoio a Mergulhadores (VAME) É um veículo
destinado a apoio técnico a pessoal envolvido em operações em
meio aquático.
Artigo 6.º
Veículos com meios elevatórios
1 — Os veículos com meios elevatórios são veículos que incorporam
escada giratória ou plataforma elevatória (EN 1777).
2 — Os veículos com meios elevatórios têm as seguintes designações:
a) Veículo com Escada Giratória (VE001) É um veículo com
estrutura extensível em forma de escada, apoiando-se em base giratória.
b) Veículo com Plataforma Giratória (VP002) É um veículo com
estrutura extensível com cesto, compreendendo um ou mais mecanismos
rígidos ou telescópicos, articulados ou em tesoura, combinados ou não
entre si, sob a forma de braços e ou escadas, podendo apoiar-se ou não
numa base giratória.
1 — Corresponde aos dois dígitos que identificam o número de metros.
2 — Corresponde aos dois dígitos que identificam o número de metros.
Artigo 7.º
Veículos técnicos de socorro e assistência
1 — Os veículos técnicos de socorro e assistência são veículos equipado
com material especial de localização, desencarceramento e salvamento,
destinados a facilitar as operações de resgate e todas as que
envolvam o risco de vidas humanas e bens.
2 — Os veículos técnicos de socorro e assistência têm as seguintes
designações:
a) Veículo de Socorro e Assistência Táctico (VSAT) É um veículo
do tipo todo-o-terreno (4×4), de categoria L2, equipado com material
específico destinado à intervenção em operações de salvamento que
representam risco para vidas e bens, nomeadamente decorrentes de
acidentes;
b) Veículo de Socorro e Assistência Especial (VSAE) É um veículo
do tipo todo-o-terreno (4×4), da categoria S2, equipado com material
específico destinado à intervenção em operações de salvamento que
representam risco para vidas e bens, nomeadamente decorrentes de
acidentes.
Artigo 8.º
Veículos para protecção de bens e do ambiente
1 — Os veículos para a protecção de bens e do ambiente são veículos
multifuncionais dispondo de equipamento técnico especializado que
permita realizar operações de controlo químico e ambiental e no âmbito
do risco biológico e radiológico.
2 — Os veículos para protecção de bens e do ambiente têm as seguintes
designações:
a) Veículo de Protecção Multirriscos Táctico (VPMT) É um veículo
com MTC ≤ 7500 kg;
b) Veículo de Protecção Multirriscos Especial (VPME) É um veículo
com MTC > 7500 kg.
Artigo 9.º
Veículos de comando operacional
1 — os veículos de comando operacional são veículos equipados
com meios de comunicação e equipamento diverso que permita o
reconhecimento e ou a coordenação e ou o comando e controlo de
operações.
2 — Os veículos de comando operacional têm as seguintes designações:
a) Veículo de Comando Táctico (VCOT) É um veículo com MTC
inferior a 3500 kg e chassis 4x4, destinado ao reconhecimento e comando
táctico;
b) Veículo de Comando e Comunicações (VCOC) É um veículo
concebido para a montagem de Postos de Comando Operacional com
uma área de Transmissões e uma área de Comando, perfeitamente
delimitadas;
c) Veículo de Planeamento, Comando e Comunicações (VPCC) É um
veículo concebido para a montagem de Postos de Comando Operacional
com uma área de Planeamento, uma área de Transmissões e uma área
de Comando, perfeitamente delimitadas.
d) Veículo de Gestão Estratégica e Operações (VGEO) É um
veículo com MTC > 7500 kg, preparado para gestão de grandes
ocorrências.
Artigo 10.º
Veículos de transporte de pessoal
1 — Os veículos de Transporte de Pessoal (VTP) São veículos destinados
ao transporte de pessoal e do seu equipamento individual em
operações de socorro.
2 — Os veículos de transporte de pessoal têm as seguintes designações:
a) Veículo de Transporte de Pessoal Táctico (VTPT) É um veículo com
MTC inferior a 3500 kg e chassis 4x4, destinado a transportar pessoal
operacional com o seu equipamento individual;
b) Veículo de Transporte de Pessoal Geral (VTPG) É um veículo com
MTC superior ou igual a 3500 kg, chassis 4×2, destinado ao transporte
de pessoal operacional.
Artigo 11.º
Veículos para Operações Específicas
1 — Os veículos para operações especificas são veículos destinados
a operações especiais ou de apoio, não enquadráveis em
nenhum dos grupos anteriores, devendo ser equipados com rádio
de telecomunicações e todos os instrumentos e sinalética de
emergência.
2 — Os veículos para operações específicas em meios aquáticos, têm
as seguintes designações:
a) Bote de Reconhecimento e Transporte Pneumático (BRTP) É um
bote totalmente insuflável, com um comprimento entre os 4,00 m e os
5,50 m, motores fora de borda entre os 30 e os 50 Hp de quatro tempos
e bateria, com um mínimo de 45 A, com ligação ao motor, para alimentação
de um farol de busca não fixo.
b) Bote de Reconhecimento e Transporte Semi-rígido (BRTS) É
um bote com casco rígido em fibra reforçado e caixas-de-ar, comprimento
entre os 4,00 m e os 5,50 m, motores fora de borda entre
os 30 e os 50 Hp de quatro tempos e bateria, com um mínimo de 45
A, com ligação ao motor, para alimentação de um farol de busca,
não fixo ao bote.
c) Bote de Socorro e Resgate Pneumático (BSRP) É um bote totalmente
insuflável, com um comprimento entre os 5,00 m e os 6,50 m,
motores fora de borda entre os 40 e os 80 Hp, de quatro tempos, bateria,
com um mínimo de 45 A, com ligação ao motor, para alimentação de
um farol de busca, não fixo ao bote.
d) Bote de Socorro e Resgate Semi-rígido (BSRS) É um bote com
casco rígido em fibra de vidro reforçado e caixas-de-ar, comprimento
entre os 5,00 m e os 6,50 m, motores fora de borda entre os 40 e os 80
Hp, de quatro tempos, bateria, com um mínimo de 45 A, com ligação
ao motor, para alimentação de um farol de busca, não fixo ao bote.
Pode ter abertura à proa que permita a recolha de vítimas da água já
em plano duro.
e) Lancha de Transporte Geral (LTRG) É todo o tipo de embarcação
em madeira, fibra, e alumínio, com motor fora de borda, ou outro tipo
de propulsão, de boca aberta.
f) Mota de Reconhecimento e Salvamento Aquático (MRSA) É uma
mota de água com motores com Hp superior a 800, castanha de reboque
para maca flutuante.
Artigo 12.º
Veículos de Socorro e Assistência a Doentes
1 — Os veículos de socorro e assistência a doentes são veículos que,
pelas suas características, equipamento e tripulação, permitem a assistência,
estabilização e ou o transporte de doentes e sinistrados.
2 — Os veículos de socorro e assistência a doentes e sinistrados têm
as seguintes designações:
a) Ambulância de Transporte de Doentes (ABTD) É um veículo equipado
para o transporte de um ou mais doentes em maca ou cadeira de
transporte, por causas medicamente justificadas e cuja situação clínica
não faça prever a necessidade de assistência durante o transporte.
b) Ambulância de Transporte Múltiplo (ABTM) É um veículo destinado
ao transporte de até 7 doentes em cadeiras de transporte ou
cadeiras de rodas.
c) Ambulância de Socorro (ABSC) É um veículo uni-maca com
equipamento e tripulação que permite a aplicação de medidas de Suporte
Básico de Vida (SBV), destinadas à estabilização e transporte de sinistrado
ou doente que necessite de assistência durante o transporte.
d) Ambulância de Cuidados Intensivos (ABCI) É um veículo unimaca
com equipamento e tripulação que permite a aplicação de medidas
de Suporte Avançado de Vida (SAV), destinados à estabilização e
transporte de sinistrado ou doente que necessite de assistência durante
o transporte.
e) Veículo de Socorro e Assistência Médica (VSAM) É um veículo
concebido com equipamento capaz de medicalizar o Socorro e tripulado
por um médico e pessoal especializado, permitindo a aplicação de
medidas de Suporte Avançado de Vida.
SECÇÃO II
Caracterização dos veículos
Artigo 13.º
Nomenclatura e designação
1 — Os veículos detidos pelos Corpos de Bombeiros têm a nomenclatura
e designações definidas nos artigos anteriores.
2 — Compete aos Comandos Distritais de Operações de Socorro, em
articulação com os comandantes dos Corpos de Bombeiros, atribuir a
tipificação e a designação aos diferentes veículos.
Artigo 14.º
Numeração operacional
1 — Tendo em conta necessidades de natureza operacional, todos os
Corpos de Bombeiros e veículos terão uma numeração, de acordo com
as regras definidas nos números seguintes.
2 — A cada corpo de bombeiros é atribuído um número de quatro
algarismos, em que os dois primeiros identificam o distrito onde se
insere e os outros dois algarismos correspondem ao número sequencial
dos Corpos de Bombeiros por ordem de antiguidade, decrescente, no
distrito.
3 — A cada veículo é atribuída uma numeração composta por um
máximo de 10 caracteres dispostos em três conjuntos:
a) Um conjunto superior com o número do corpo de bombeiros;
b) Um conjunto intermédio com as siglas da designação do veículo;
c) Um conjunto inferior identificador do número do veículo, por tipo,
no corpo de bombeiros.
4 — Compete ao Comando Distrital de Operações de Socorro, em
articulação com os respectivos comandantes, assegurar a numeração dos
veículos incluídos nas cargas dos Corpos de Bombeiros.
Artigo 15.º
Inscrição da numeração operacional
Em cada veículo deve ser inscrito o respectivo número operacional,
no tejadilho ou no capot, nas ilhargas e na retaguarda dos veículos.
a) Na parte frontal, tejadilho ou capota do motor, os caracteres que
compõem o número operacional devem ter as seguintes dimensões:
i) Altura — 200 mm;
ii) Largura — 120 mm;
iii) Espessura de cada algarismo ou letra — 40 mm;
iv) O polígono onde se inscrevem os caracteres deve ter 720 mm de
altura por 640 mm de largura.
b) Nas ilhargas e na retaguarda, os caracteres que compõem o número
operacional devem ter as seguintes dimensões:
i) Altura — 100 mm;
ii) Largura — 60 mm;
iii) Espessura de cada algarismo ou letra — 20 mm;
iv) O polígono onde se inscrevem os caracteres deve ter 360 mm de
altura por 320 mm de largura.
Artigo 16.º
Cor dos veículos
1 — Cor base da pintura do exterior da carroçaria é o vermelho,
referência RAL 3000, podendo existir faixas a branco reflector, referência
RAL 9010.
2 — Exceptuam-se os veículos definidos na alínea a) e b) do artigo
12.º em que a cor é branca, conforme Regulamento de Transporte
de Doentes.
Artigo 17.º
Identificação exterior
1 — Palavra “BOMBEIROS” desenhada ao contrário, em letras de
100 mm, na parte da frente do veículo, em cor branca reflectora.
2 — Palavra “BOMBEIROS” nos painéis laterais e na retaguarda do
veículo, em letras de 100 mm, em cor branca reflectora.
3 — O nome do corpo de bombeiros deve ser inscrito lateralmente
(nas portas dianteiras) Sob a palavra “BOMBEIROS” em letras de
100 mm, em branco reflector.
4 — Nos veículos técnicos de socorro e salvamento, sempre que
possível, os pilares da retaguarda e os painéis dos cofres da retaguarda
devem ter faixas oblíquas com vértice superior em material branco e
vermelho reflector, com 10 cm de altura e um ângulo de 45.º com a
horizontal.
Artigo 18.º
Sinalização de emergência
Os veículos têm um sistema de sinalização da marcha de emergência,
constituído por:
a) Um avisador sonoro electrónico de, pelo menos, dois tons, com
uma potência máxima até 100 watts;
b) Avisadores luminosos intermitentes, rotativos ou flash, de cor azul,
de intensidade e ritmo adequados implantados de forma a permitir a fácil
identificação da viatura em 360.º;
c) Dois avisadores luminosos (flash), de cor azul ou branco, implantados
na zona frontal do veículo.
CAPÍTULO III
Dos equipamentos
SECÇÃO I
Tipologia de equipamentos
Artigo 19.º
Classificação de equipamento
Os equipamentos dos Corpos de Bombeiros, atendendo ao fim a que
se destinam, classificam-se em:
a) Equipamentos de Incêndio;
b) Equipamentos de Salvamento.
SECÇÃO II
Equipamentos de incêndio
Artigo 20.º
Equipamentos de incêndio
1 — Os equipamentos de incêndio são equipamentos de intervenção
utilizados em operações de combate a incêndios.
2 — Os equipamentos de incêndio, atendendo ao ambiente da sua
utilização, classificam-se em:
a) Florestal;
b) Em estruturas.
3 — Os equipamentos de incêndio são identificados nas fichas técnicas
n.os 9 e 10, constantes no apêndice I do presente regulamento.
(...)
História dos Voluntários de Peniche (1.º Parte)

É este documento considerado a primeira ordenação que estabelece regras empíricas para apagar incêndios. Embora nele se determine a colaboração da população essa ordenação não é mais do que um apelo ao voluntariado e à solidariedade que deve estar presente nos momentos de tragédia. Só mais tarde, porém, talvez no reinado do D.João V, foi introduzida uma prática de combates aos fogos, baseada em experiências realizadas em França com resultados satisfatórios.
Criada, então a Companhia de Incêndios, transformada mais tarde em Corpo de Bombeiros foi, no entanto, por iniciativa de Guilherme Cossoul (1828-1880), que se instituiu a primeira Associação de bombeiros que no voluntário tinha a sua razão de ser. Foi assim que, de época para época, numa evolução permanente, com a força de vontade de alguns e o espírito de servir de muitos, que se foram criando os alicerces e consolidando as estruturas dessas heróicas Corporações de Voluntários.
Constituem hoje o fulcro, o dinamismo e a força dessas altruístas Associações de Bombeiros Voluntários, formadas por homens desinteressados e íntegros, que sabem dar-se na protecção e defesa do semelhante. Em Peniche não se sabe ao certo a data em que se criou uma instituição visando a defesa dos haveres e vidas dos cidadãos, em caso de fogos. O documento mais antigo que foi possível consultar data de 20 de Julho de 1873, quando a Câmara Municipal aprova a seguinte deliberação:"Um ofício do Governador da Praça, pedindo à Câmara lhe dispense, para guardar a Bombas de apagar incêndios, uma casa que esta Câmara possui na rua da Palha, por ser mais central e no interior da povoação. A Câmara, em vista das ponderações feitas pelo dito Governador, concedeu a casa pedida para o fim indicado".
Tratava-se de uma dependência na actual Rua 13 de Infantaria pertencente à antiga Casa da Fanga (celeiro municipal) vendida a Emídio Balbino em 1905. Tudo leva a crer que o voluntariado não existia, mas que a imposição imperava. Não se sabe quando deixou de exercer estas funções, assim como se desconhece também rigorosamente o seu começo. Havia que tomar algumas previdências para que se criasse um corpo de bombeiros pois os incêndios eram frequentes.
De salientar o deflagrado de 13 para 14 de Fevereiro de 1922, às 22 horas, no armazém de redes das Armações do Romina, construído em madeira e localizado no exterior da muralha onde está hoje colocada uma traineira adaptada a bar.
(Continua...)
Passeio TT em Brasfemes (Coimbra)

Mais informações estão no site www.bvbrasfemes.com, no blog http://rondas0615.blogspot.com, ou pelo seguinte email: rondas0615@hotmail.com
Os caminhos deste passeio, como o nome indica "Rondas do 0615", são os caminhos utilizados pelas viaturas dos B.V. Brasfemes principalmente no verão para fazer os seus patrulhamentos e vigilancia...
Vento Provoca Estragos na Guarda
A queda de árvores e de outdors condicionou o trânsito em algumas ruas da cidade, tendo um deles danificado uma viatura.
A Protecção Civil Municipal deixa o conselho aos automobilistas, que prestem muita atenção à via onde circulam.
Segundo o Instituto de Meteorologia o vento forte vai continuar no dia de hoje e há a possibilidade de queda de neve acima dos 1400 metros.
O distrito da Guarda está em alerta amarelo.
Fonte: A Guarda
Backdraft
Os sinais evidentes de Backdraft eminente são:
- Fumo negro que se torna cinzento
- Local fechado com calor excessivo
- Pequena Chama e pouco visivel
- Fumo a sair, sobre pressão e aos "soluços", por pequenas aberturas do edificio
- Vidros das janelas escurecidos pelo fumo
Derrocada em Andorra Faz 3 Vitimas Mortais
O bombeirosparasempre associa-se a este momento de dor das familias que agora perderam os seus entes queridos, desenjando-lhes a coragem possivel num momento destes.


Voluntários de Idanha Vão a Bruxelas
A corporação idanhense é a primeira campeã da Taça Nacional de Bombeiros, cuja final decorreu no sábado passado, no Pavilhão Municipal de Idanha-a-Nova. Depois de na semana anterior terem assegurado a qualificação para a fase final, os BVIA não deixaram créditos por pés alheios. E em dois jogos de “cortar a respiração”, garantiram o acesso à prova internacional agendada para a capital belga.
A sua meia-final com o Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa só foi decidida favoravelmente na marcação de grandes penalidades, após uma igualdade a três bolas. Para apurar o outro finalista, a Companhia de Bombeiros Sapadores de Setúbal afastou a sua congénere de Coimbra, por 3-2.
Perante uma boa moldura humana e sob o olhar atento de Álvaro Rocha, presidente da Câmara de Idanha-a-Nova, a representação anfitriã participou numa final “imprópria para cardíacos”. Bruxelas chegou a estar longe, mas uma autêntica cambalhota no marcador, carimbou o passaporte aos Bombeiros de Idanha-a-Nova. Setúbal esteve a vencer por dois golos de diferença, mas a frescura física dos homens da casa e a grande concentração revelada foram responsáveis pelo volte-face. Rui Esteves foi o homem do jogo, apontando o golo da vitória.
___________________________
O bombeirosparasempre congratula-se com o facto deste nossos colegas irem até Bruxelas representar toda uma nação, desejando-lhes asssim os maiores sucessos em defesa da nossa bandeira...
A todos uma boa viagem!
Vila Velha de Rodão Comemora 60 Anos
Mas, até lá, continuam a desenvolver-se várias actividades integradas no âmbito desta comemoração.
Assim, dia 8 de Novembro, vai realizar-se um Passeio Pedestre, com início previsto para as 14H00, junto ao quartel dos bombeiros, seguindo o percurso daí até ao castelo do Rei Wamba, terminando esta jornada com um lanche convívio no salão polivalente dos bombeiros.
Os participantes farão o percurso da Rota das Invasões, num total de oito quilómetros, com um grau de dificuldade médio, custando as inscrições três euros, devendo ser feitas pelo 272 541 022 ou pelo 968 363 732 ou ainda pelo e-mail bombeiros_vvrdirecao@sapo.pt.
No dia 15 de Novembro, as actividades prosseguem com a 10.º edição do Convívio de Pesca, a realizar em Carepa, Fratel, uma organização do Grupo Desportivo dos Bombeiros Voluntários de Vila Velha de Ródão.
As inscrições podem ser feitas junto de Luís Pato (967 941 097) ou de P. Caetano (964 646 991). As inscrições custam 25 euros por equipa, 15 euros para pesca e almoço, oito euros só para pesca e 10 euros só para almoço.
No final haverá distribuição de prémios e um sorteio de vários prémios.
Funcionária Desvia 200 Mil Euros
A mulher já está a braços com um processo disciplinar, instaurado pela Câmara Municipal do Porto, e foi suspensa preventivamente de funções durante 90 dias, enquanto decorrem as averiguações dos factos. O escândalo foi descoberto quando a funcionária se encontrava de férias, por ter havido necessidade de colocar outra pessoa a fazer o mesmo trabalho. Nessa altura, o substituto percebeu que existiam irregularidades nos documentos de receita enviados para a Autarquia - que tutela o serviço dos Sapadores.
Em concreto, foi detectado que os clientes da corporação pagavam os serviços prestados de acordo com o valor da tabela, mas a informação enviada para a Câmara indicava valores inferiores aos montantes inscritos nos recibos passados aos particulares. Os serviços financeiros do Município não terão recebido cópias desses recibos. Os serviços, feitos pela corporação, consistem, por exemplo, em vistorias, verificação e enchimento de extintores ou abertura de portas.
Todavia, até às recentes férias da funcionária ninguém dos bombeiros nem da Autarquia deu conta das discrepâncias entre os valores pagos por cidadãos e os recebidos nos cofres públicos.
De acordo com informações recolhidas pelo JN, há suspeitas de que os desvios de dinheiro terão perdurado cerca de 10 anos. Rui Rio foi informado do sucedido e a Câmara está a averiguar.
Fonte próxima do caso garante que existem indícios de que, pelo menos, uma grande empresa de construção civil pode ter sido beneficiada neste caso de irregularidades nos Sapadores. É uma situação ainda em averiguação por um jurista nomeado pela Autarquia no âmbito do processo disciplinar, assim como o possível envolvimento de outros funcionários. Podem estar em causa crimes de peculato, falsificação de documentos ou corrupção.
A suspensão preventiva da funcionária foi decidida a 13 de Outubro. O argumento para o afastamento de funções por 90 dias incidiu na necessidade de não prejudicar a averiguação do caso.
Até ao momento, há já certeza de que o desfalque ultrapassou largamente os 100 mil euros. Fonte conhecedora da situação refere, ao JN, um desvio na ordem dos 200 mil euros. Porém, o montante só será exacto quando terminar a investigação interna e das autoridades judiciais.
Contactado pelo JN, Manuel Sampaio Pimentel, vereador responsável pelo pelouro da Protecção Civil, Controlo Interno e Fiscalização, confirmou o caso sem adiantar pormenores, dizendo apenas que ordenou a participação ao Ministério Público.
"As suspeitas existem e fizemos o que tínhamos a fazer. Accionámos todos os instrumentos para o mais rápido apuramento da verdade e abrimos um processo disciplinar. Foi decidida a suspensão preventiva da funcionária para não perturbar o bom andamento do processo. Não é agradável, mas quem gere a coisa pública tem de tomar medidas", sublinhou.
Segundo o vereador, o Ministério Público foi alertado. Mas a situação é demasiado recente, pelo que só agora deverão ser efectuadas diligências. A investigação caberá à Polícia Judiciária.
Fonte: JN
sábado, 7 de Novembro de 2009
Terramoto Como o de 1755 Vai Voltar a Acontecer
O "Registo Geológico de Tsunamis em Portugal" foi o tema da conferência que hoje decorreu no auditório do Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa, e que faz parte de um ciclo intitulado "O Mar nas Veias - História, Ciência, Surf", que decorre todos os sábados desde 31 de Outubro até 14 de Novembro.
De acordo com César Andrade, a vantagem de estudar os registos geológicos está sobretudo na "janela de oportunidade" que se abre para aumentar a dimensão de tempo "da informação de base que é necessária para calcular, por exemplo, intervalos de retorno de eventos extremos".
Tal como explicou este especialista do Departamento de Geologia e Centro de Geologia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, os registos documentais "podem recuar para trás no tempo alguns séculos", os registos instrumentais "obviamente são mais curtos", enquanto os registos geológicos recuam no tempo "alguns milhares de anos".
"Isto permite-nos, se formos capazes de identificar nesse registo os sedimentos que correspondem a antigas inundações motivadas por Tsunamis, constituir uma boa base de dados que depois podemos utilizar para retirar alguma informação quantitativa sobre essas inundações, que por sua vez será útil para adaptação ao risco ou para efeitos de protecção civil", explicou à Lusa César Andrade.
Sublinhou que "não é possível prever um sismo ou qualquer catástrofe natural", mas é possível calcular o risco de retoma e é provável que nos próximos 3 mil anos ocorra um sismo e um tsunami com a dimensão daquele que ocorreu em Portugal no século XVIII.
"São acontecimentos muito espaçados no tempo, o que, para uma pessoa mais distraída pode resultar numa falsa sensação de segurança, mas não deve estar porque isto são estatísticas de distribuição médias e nada impede que dois acontecimentos se sucedam num intervalo de tempo muito curto", sustentou.
Razões para alarme que aumentam quando, actualmente, um terço da orla costeira de Portugal Continental está "irremediavelmente ocupada", seja por portos, habitação, turismo ou industria, e mais de três quartos (3/4) da população habita em permanência na costa.
É por isso que este especialista não tem dúvidas em afirmar que se o evento de 1755 ocorresse a 08 de Agosto de 2010 (data escolhida por ser um pico de ocupação costeira por causa do período de Verão), ocorreria uma "grande calamidade".
"Fundamentalmente pelo elevadíssimo número de pessoas que estarão a ocupar as praias, obviamente porque dentro da faixa costeira é a região mais exposta a um acontecimento desta natureza", explicou.
Graças ao estudo do registo geológico, disse ainda César Andrade, é possivel saber que houve ocorrência de tsunamis na costa portuguesa nos anos 60 a.C., 380 d.C, em 1531, em Lisboa, em 1722, em Tavira e em 1755, em Lisboa
Fonte: Destak
Despacho n.º 19734/2009
(FEB) foi reorganizada pelo Despacho n.º 14546/2009, de 15 de Junho,
do Secretário de Estado da Protecção Civil, publicado no Diário da
República, 2.ª série, n.º 123, de 29 de Junho;
Considerando que o Despacho supra mencionado procedeu à revogação
do Despacho n.º 22396/2007, de 6 de Agosto, do Secretário de
Estado da Protecção Civil, publicado no Diário da República, 2.ª série,
n.º 186, de 26 de Setembro, que instituiu, inicialmente, a Força Especial
de Bombeiros;
Considerando que importa adaptar ao referido Despacho
n.º 14546/2009, os requisitos e procedimentos, designadamente, de
âmbito organizativo e funcional, da FEB, aprovados pelo Despacho
n.º 97 -P/2008, de 1 de Agosto, do Presidente da Autoridade Nacional
de Protecção Civil;
Ao abrigo das disposições conjugadas do n.º 7 do Despacho
n.º 14546/2009, de 15 Junho, do n.º 1 do artigo 10.º do Decreto -Lei
n.º 75/2007, de 29 de Março, e do n.º 1 do artigo 19.º do Decreto -Lei
n.º 247/2007, de 27 de Junho, determino:
Artigo 1.º
Objecto
O presente despacho regulamenta a organização e funcionamento
da Força Especial de Bombeiros Canarinhos, adiante abreviadamente
designada por FEB.
Artigo 2.º
Definição e missão
1 — A FEB é uma força especial de protecção civil, dotada de estrutura
e comando próprio, integrada no dispositivo operacional da Autoridade
Nacional de Protecção Civil (ANPC).
2 — A FEB tem por missão:
a) Responder, com elevado grau de prontidão, às solicitações de
emergência de protecção e socorro, a acções de prevenção e combate
em cenários de incêndios, acidentes graves e catástrofes, em qualquer
local no território nacional ou fora do país e em outras missões de
protecção civil;
b) Ministrar formação especializada nas valências em que venha a
estar credenciada pelas entidades competentes.
Artigo 3.º
Âmbito territorial
1 — A missão da FEB é prosseguida em todo o território nacional.
2 — Sem prejuízo do disposto no número anterior, a FEB é constituída
por um Batalhão, a três companhias afectas aos seguintes distritos:
a) 1.ª Companhia: Guarda e Castelo Branco;
b) 2.ª Companhia: Beja, Évora e Setúbal;
c) 3.ª Companhia: Santarém e Portalegre.
3 — O Grupo, unidade operacional da FEB, definida no artigo 9.º do
presente despacho, tem sede e área de intervenção distrital, em conformidade
com o dispositivo aprovado.
4 — Sem prejuízo da autonomia do Comandante da FEB no âmbito
da racionalização e posicionamento de meios, a intervenção do Grupo
fora da área de responsabilidade distrital cometida depende:
a) De ordem do Comandante Operacional Nacional;
b) De imposição que decorra da activação de planos e directivas
operacionais.
5 — A FEB pode prosseguir as suas atribuições fora do território
continental, quando mandatada legalmente para esse efeito.
Artigo 4.º
Símbolos
A FEB usa guião e as Companhias flâmula, conforme modelos em
anexo ao presente despacho, do qual faz parte integrante.
Artigo 5.º
Organização
A FEB adopta a seguinte organização operacional:
a) Comando;
b) Estado -Maior;
c) Companhia;
d) Grupo;
e) Brigada;
f) Equipa.
Artigo 6.º
Comando
1 — O Comando da FEB tem por atribuições comandar, coordenar
e organizar o funcionamento e as actividades exercidas pela
FEB, no âmbito das missões a desempenhar na competente área de
intervenção, sem prejuízo do disposto no artigo 13.º do presente
despacho.
2 — O Comando da FEB integra um Comandante, um 2.º Comandante,
um Adjunto de operações, um Adjunto de planeamento,
um Adjunto administrativo e logístico e três Comandantes de companhia.
3 — Ao Comandante compete o comando, direcção e administração
da actividade da FEB.
4 — Ao 2.º Comandante compete coadjuvar o Comandante e substituí-
-lo nas suas ausências e impedimentos, bem como, por inerência e em
acumulação, comandar uma das Companhias.
5 — Aos Adjuntos compete apoiar o Comandante e o 2.º Comandante,
bem como superintender a actividade da FEB nas áreas definidas pelo
Comandante.
6 — Aos Comandantes de companhia compete o comando, direcção
e administração da actividade da respectiva unidade operacional.
7 — O Comando da FEB encontra -se instalado na sede da ANPC,
devendo ser assegurada, em permanência, a presença de dois elementos
do Comando.
8 — Os elementos do Comando devem pertencer aos quadros de
comando dos Corpos de Bombeiros ou ser detentores da categoria de
Oficial Bombeiro.
9 — O Comando da FEB dispõe de uma Unidade de Apoio administrativo
e logístico, composta por elementos da FEB, regulada por despacho
do Director Nacional de Recursos de Protecção Civil.
Artigo 7.º
Estado-Maior
1 — O Estado -Maior é um órgão de apoio e aconselhamento ao
Comandante da FEB.
2 — Integram o Estado -Maior o 2.º Comandante, o Adjunto de operações,
o Adjunto de planeamento, o Adjunto administrativo e logístico
e o Coordenador da Unidade de Apoio.
3 — O Estado -Maior é chefiado pelo 2.º Comandante.
Artigo 8.º
Companhia
1 — A Companhia é a unidade operacional da FEB que integra, no
mínimo, dois Grupos e o Comandante de Companhia.
2 — Compete à Companhia o desempenho das actividades operacionais
e de intervenção no âmbito das atribuições cometidas ao Batalhão.
Artigo 9.º
Grupo
1 — O Grupo é a unidade operacional da Companhia que integra, no
mínimo, duas Brigadas e o chefe de Grupo.
2 — Compete ao Grupo o desempenho das actividades operacionais
e de intervenção no âmbito das atribuições cometidas à Companhia.
Artigo 10.º
Brigada
1 — A Brigada é a unidade operacional do Grupo que integra, no
mínimo, duas Equipas.
2 — A Brigada é chefiada por um chefe de Brigada que é, por inerência,
chefe de Equipa.
3 — Compete à Brigada o desempenho das actividades operacionais
e de intervenção no âmbito das atribuições cometidas ao Grupo.
Artigo 11.º
Equipa
1 — A Equipa é a unidade operacional da Brigada que integra cinco
bombeiros, de entre os quais um desempenha as funções de chefe de
Equipa.
2 — Compete à Equipa o desempenho das actividades operacionais e
de intervenção no âmbito das atribuições cometidas à Brigada.
Artigo 12.º
Grupo de Recuperadores-Salvadores
1 — Os recuperadores-salvadores integram um Grupo modular na
directa dependência do Comandante da FEB, distribuído pelas Bases de
Helicópteros de Serviço Permanente, definidas superiormente.
2 — Ao Grupo de recuperadores-salvadores compete a execução de
missões de busca e salvamento em ambiente aquático e terrestre.
3 — Em cada Base de Helicópteros de Serviço Permanente existe um
elemento que desempenha funções de verificador técnico, equiparado,
para efeitos hierárquicos e funcionais, a Chefe de Brigada.
4 — A organização e funcionamento do Grupo de Recuperadores-
-Salvadores é regulamentada por Despacho do Director Nacional de
Bombeiros, sob proposta do Comandante da FEB, ouvido o Comandante
Operacional Nacional.
Artigo 13.º
Dependência
1 — A FEB depende hierárquica e operacionalmente do Presidente
da ANPC.
2 — Sem prejuízo do disposto no número anterior, o Comando da
FEB reporta directamente às seguintes entidades:
a) Ao Director Nacional de Recursos de Protecção Civil, nas áreas
administrativa e logística;
b) Ao Director Nacional de Bombeiros, nas áreas de recrutamento,
selecção, formação, avaliação e aprontamento;
c) Ao Comandante Operacional Nacional, no âmbito operacional e
exercícios.
3 — Os Chefes de Grupo mantêm, nos respectivos distritos de implantação,
relação funcional com os Comandantes Operacionais Distritais e
actuam operacionalmente sob o comando directo destes, sem prejuízo
das competências atribuídas ao Comando da FEB.
Artigo 14.º
Recrutamento e formação
1 — O recrutamento dos elementos do comando, dos oficiais bombeiros
e dos bombeiros da FEB, é efectuado no universo dos Corpos de
Bombeiros mistos e voluntários.
2 — O plano de recrutamento e selecção dos elementos referidos no
número anterior é aprovado pelo Director Nacional de Bombeiros.
3 — O plano de formação e certificação dos elementos da FEB é aprovado
pelo Director Nacional de Bombeiros, sob proposta do Comandante
da FEB, competindo à Escola Nacional de Bombeiros a implementação
e acompanhamento do mesmo.
Artigo 15.º
Planos e relatórios de actividades
1 — Os planos relativos ao funcionamento da FEB são propostos pelo
Comandante da FEB e aprovados pelo Presidente da ANPC, ouvidos o
Director Nacional de Recursos de Protecção Civil, o Director Nacional
de Bombeiros e o Comandante Operacional Nacional.
2 — O Comandante da FEB apresenta ao Presidente da ANPC, até ao
termo do mês de Junho, o Plano de Recursos e o Plano de Actividades
da FEB para o ano seguinte.
3 — O chefe de Grupo apresenta ao Comandante da Companhia,
mensalmente, relatório sucinto da actividade desenvolvida pelo Grupo,
em modelo elaborado pelo Comando da FEB.
4 — O Comandante da FEB, com base, designadamente, no conjunto
dos relatórios mensais dos Grupos, apresenta o Relatório de Actividades
anual ao Presidente da ANPC, até ao termo do mês de Fevereiro do ano
seguinte a que o relatório se reporta.
Artigo 16.º
Nomeações
1 — Compete ao Presidente da ANPC a nomeação do Comando da
FEB, sob proposta do Director Nacional de Bombeiros.
2 — Compete ao Director Nacional de Bombeiros a nomeação dos
Chefes de Grupo, Brigada e Equipa, sob proposta do Comandante da
FEB.
3 — Nas situações em que se verifique a impossibilidade de recrutamento,
podem ser nomeados para os cargos de comando e chefia
previstos no presente despacho, bombeiros dos quadros activos que
detenham as necessárias competências e mérito.
4 — Os cargos e funções referidos no presente artigo são providos em
regime de comissão de serviço, pelo período de um ano, renovável.
5 — A comissão de serviço referida no número anterior pode cessar
a todo tempo, por solicitação do nomeado ou por decisão da entidade
que efectuou a nomeação.
Artigo 17.º
Regimes de avaliação e disciplinar
1 — Aos elementos que integram a FEB é aplicável o regime de
avaliação previsto no artigo 36.º do Decreto -Lei n.º 241/2007, de 21
de Junho.
2 — Aos elementos que integram a FEB é ainda aplicável o regime
disciplinar previsto no Código do Trabalho.
Artigo 18.º
Registos
O Comandante da FEB, através da Unidade de Apoio administrativo
e logístico, assegura os registos inerentes aos elementos da FEB no
Recenseamento Nacional dos Bombeiros Portugueses, bem como a
manutenção dos respectivos processos individuais.
Artigo 19.º
Norma revogatória
É revogado o Despacho n.º 97 -P/2008, de 1 de Agosto, do Presidente
da Autoridade Nacional de Protecção Civil.
sexta-feira, 6 de Novembro de 2009
Agradecimento Que Chegou ao Bombeirosparasempre
Autor: Mónica Patricio
Municipais e Voluntários Juntos no Mesmo Quartel
O presidente da autarquia reuniu-se hoje com a Associação Nacional de Bombeiros Profissionais e o respectivo sindicato algarvio para debater questões relativas à organização dos bombeiros de Faro.
Em declarações à Lusa, Macário Correia considerou fundamental que exista uma articulação mais eficaz entre os bombeiros voluntários e municipais, o que supõe a criação de uma central conjunta de informações e despacho.
"É preferível ter uma bem articulada do que ter duas centrais", afirmou o presidente da Câmara de Faro, acrescentando que essa situação já se verifica em cidades como Lisboa e Porto.
Outras das questões em cima da mesa é a criação de um quartel que congregue ambas as corporações e disponha de melhores condições de trabalho, já que, diz Macário Correia, nenhuma das actuais instalações é adequada.
"É preciso articular o próprio dispositivo e equipamento", frisou, lembrando que as viaturas usadas pelas duas corporações poderão ser melhor geridas em conjunto do que separadas.










